terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

O gato não é o vilão


O momento mágico da chegada de um bebê pode se tornar um pesadelo na vida dos animais de estimação. Por preconceito e total falta de instrução, tutores que deveriam proteger e cuidar dos pets descartam eles nas ruas como se fossem lixo, sem pensar que eles têm sentimentos e sofrem com a situação. E os gatos estão sempre em primeiro lugar nas estatísticas de abandono. Erroneamente, os felinos são rotulados, como se todos possuíssem a toxoplasmose, doença temida, principalmente pelas gestantes, no primeiro trimestre de gravidez.

O que é a toxoplasmose?
A doença infecciosa que entre outras coisas causa malformação no feto é ocasionada pelo parasita “Toxoplasma Gonddi” - que pode estar presente nas fezes dos felinos - com ovos do protozoário, na água que não é potável, terra de jardinagem, frutas e verduras que não foram higienizadas corretamente e carnes cruas ou mal passadas. Visto isso, a conclusão é que existem muitas formas de contrair a doença, por isso,  o gato não é o grande vilão, ele também é vítima.
Como a toxoplasmose é silenciosa e muitas vezes assintomática, o importante é fazer exames laboratoriais no animal e no ser humano para descartar qualquer possibilidade de contaminação. No caso da doença estar ativa, procure ajuda médica e veterinária imediatamente, pois soltar o peludo na rua à própria sorte, certamente não resolverá o problema. Os profissionais indicarão o tratamento adequado para ambos os casos.



Na guerra contra a doença
Alguns filhotes em situação de rua, já possuem a toxoplasmose quando são adotados, mas outros acabam contraindo a doença por comerem ratos ou outros animais infectados. Por isso, cabe aos donos dos pets manterem os bichinhos dentro de casa ou do apartamento. É mito achar que como o felino é independente, precisa dar voltinhas recreativas para ficar feliz. Existem diversas atividades e brinquedos que podem estimular os bichanos. Rua é sinônimo de envenenamento, atropelamento e diversas doenças transmissíveis.
Com relação à alimentação, jamais introduza qualquer tipo de carne crua na refeição dos gatos. Para isso, o mercado pet oferece diversas opções de petiscos e rações específicas que contêm vitaminas e minerais essenciais.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Cinquenta tons de marrom


Alguns animais de estimação possuem manchinhas escuras abaixo dos olhos. Essas marcas são conhecidas como “cromodacriorreia” ou “lágrima ácida”. Apesar do nome, nada tem a ver com o Ph do líquido que é expelido pelo canal lacrimal e, surge em cães e gatos. Moléculas que contêm ferro – que são componentes que também estão presente na saliva reforçam o tom amarronzado. Por este motivo, além da parte inferior dos olhos, muitos pets ao se lamberem apresentam as patas e até os bigodes escurecidos.
Habitualmente, a região afetada fica molhada e com um odor forte.  No entanto, algumas raças estão mais suscetíveis ao problema. O gato Persa e as espécies de cachorro Shitzu, Pug, Bulldog e o Maltês, estão entre elas. Quando o pet possui o pelo claro, a mancha escura fica mais evidente, isso não quer dizer que os animais de pelagem escura deixem de apresentar a disfunção.
As lágrimas ácidas são causadas por diversos motivos: genética, excesso de corantes artificiais em alimentos – que podem gerar alergia, água com excesso de minerais, obstrução no canal lacrimal, pálpebras posicionadas de forma irregular, o excesso de produção de lágrimas e até distúrbios bucais.
 O importante nestes casos é deixar o local sempre higienizado e seco, na medida do possível, e os pelos no entorno dos olhos aparados.
Somente o veterinário poderá analisar o caso e indicar o método de tratamento mais eficaz para o bichinho, mas em geral, as indicações são os colírios - medicamentos paliativos,contudo, a intervenção cirúrgica não está descartada.




domingo, 19 de fevereiro de 2017

Pânico noturno em calopsitas


As aves são muito sensíveis e frágeis, por este motivo precisam de cuidados mais que especiais. E quem quer adquirir um "penoso" precisa estar por dentro de todos os protocolos de segurança para manter seu animal são e salvo.
E é bom que os tutores de calopsitas tomem conhecimento que, elas estão mais sujeitas a passarem  pelas temidas crises de pânico ou terror noturno, comuns nesta espécie.

O que é terror noturno?
 Enquanto dormem, as calopsitas podem se assustar com barulhos desconhecidos ou muito altos, insetos, sombras na gaiola e movimentos inesperados do seu próprio dono. O simples fato delas sonharem também está associado à crise. As aves começam a bater as asas em movimento frenético e se jogam contra as grades da gaiola. E o problema fica ainda maior quando dentro do mesmo espaço existem outros pássaros da mesma espécie. Eles também ficarão desequilibrados e se assustarão.  O ato de desespero leva quase sempre a lesões, que se contidas a tempo por um profissional habilitado são reversíveis.
Por ser considerado um fato relativamente novo para a ciência, não existe um consenso sobre o motivo principal que desencadeia o transtorno. No entanto, alguns especialistas supõem que quando os filhotes são retirados da mãe ainda muito pequenos para adoção, passam por um processo de humanização -, que é considerada como uma das hipóteses de desencadear o pânico noturno, comum também a seres humanos.

Medidas preventivas
Apesar da situação ocorrer quando menos se espera, algumas dicas são válidas para tentar evitar o problema:
Não deixe a ave dormir solta, pois fica mais difícil de contê-la se houver uma crise.
Evite que a gaiola fique no escuro total;
Não tampe a gaiola com blackout, dê preferência para tecidos mais finos;




sábado, 18 de fevereiro de 2017

Animais de estimação no ambiente corporativo


Uma iniciativa inusitada de empresários da Escócia incentiva a adoção de animais. Os proprietários de uma cervejaria passaram a dispensar por uma semana aqueles funcionários que praticarem o ato solidário de levar um cachorrinho para casa. A “licença-cachorro” funciona como uma licença-maternidade que, visa melhorar o período de adaptação entre o pet e seu dono.
Os animais podem ainda frequentar o local de trabalho dos tutores. De acordo com os fundadores da empresa, em breve, os colaboradores da filial de Ohio, nos Estados Unidos, também contarão com este mesmo benefício. 
Esta prática de levar os animais de estimação ao trabalho, já é moda em grandes empresas pelo mundo, como o Google, por exemplo. E os representantes do universo corporativo sabem o quanto a presença dos peludos é importante: o ambiente executivo fica mais descontraído, os funcionários se socializam melhor e até a produtividade e desempenho se destacam positivamente.
Mas é claro que os estabelecimentos colocam regras para essa visita canina. O ideal é verificar se o cachorro se adéqua a novos ambientes e pessoas, se existe um dia específico para o “tour animal” e  quais são os locais permitidos para trânsito do pet.
Tomara que as empresas no Brasil sigam o exemplo que vem de fora. Funcionário feliz é sinônimo de boa performance e sucesso nos negócios e na vida.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Os gatos também amam


Há quem diga que os gatos não gostam dos donos, mas sim da casa. Ledo engano, pois os peludos retribuem o amor conforme recebem. É bom que se entenda que, diferente de outros animais, eles são felinos e, portanto, animais territorialistas, que dão grande importância ao ambiente em que vivem.
Gostam de marcar o seu espaço e deixar claro que aquele lugar é deles. Por esse motivo, para deixarem o seu cheiro, que é a marca registrada, se esfregam em móveis, objetos e até no próprio dono - que consideram um ser igual a eles no nível hierárquico da cadeia evolutiva.
A maior parte dos bichanos que são mantidos somente em casa e não têm acesso a rua, detestam visitas estranhas e a presença de novos animais no seu lar. Mas com o tempo e a frequência das presenças de seres humanos ou de outros pets tudo se encaixa. Ainda que não curtam muito a ideia, e não se tornem melhores amigos dos hóspedes vão se acostumar com a situação.
Quando ameaçados, se escondem nos lugares mais improváveis, como em cima de guarda-roupas e dentro de gavetas. Eles estão sempre em estado de defesa, pois acreditam  que a qualquer momento podem se deparar com um possível ataque de um “inimigo”. Aliás, cada cômodo da casa, é para eles uma área de combate e caça que pode ser mortal.



Amor com amor se paga
Apesar de independentes, eles agradecem todo o carinho que ganham. Os peludos estabelecem comunicação de diversas maneiras: pelos sons que emitem, incluindo o ronronar, pela postura, pela maneira com que se locomovem, pela direção das orelhas e dos bigodes, entre outros. Quando estão muito felizes podem ronronar e virar de barriga para cima, ao passo que quando estão irritados, vocalizam e demonstram com uma espécie de sopro, além de um miado mais longo que não estão a fim de participarem de determinada brincadeira. Os donos dos pets já conhecem todos os hábitos dos filhos de quatro patas. Essas evidências só ficam claras por conta do convívio e da troca de experiências. Portanto, já está mais que comprovado que eles podem ser amáveis e muito companheiros, assim como outros animais de estimação. No entanto, é preciso respeitar o espaço deles e as suas limitações, pois assim como os seres humanos, os animais também possuem personalidades diversas que, vão se desenvolver ao longo da vida deles.


Hoje é dia internacional dos gatos

Comemore com o seu bichano!
Minha Vitória: linda de viver!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Para turbinar a refeição


O seu peludo está comendo mal?
Talvez esteja faltando um algo a mais para abrir o apetite dele.
A dica são os molhos “Ipet Tasty” que chegaram no mercado pet nas versões: churrasco, carne, carne com vegetais e frango. Apesar de o produto possuir ferro, as vitaminas A, D, E e K e de ser nutritivo e rico em diversos componentes que o organismo dos cães necessita , ele não é recomendado para aqueles animais que sofrem com a obesidade. “Os molhos não oferecem riscos à saúde dos pets, mas é essencial que os donos sigam à risca o modo de usar, pois o item não deve ser servido em excesso”, conta Lucas Marques, diretor comercial da empresa. Ele explica que a medida ideal é 7 mililitros (ml) de molho para cada 100 gramas (g) de ração.

Toda a linha pode ser adquirida nas principais lojas pet de São Paulo e pelo e-commerce: www.petvirtual.com.br