quarta-feira, 8 de março de 2017

Vinho para cães

Foto Divulgação

Se você não tem companhia para apreciar aquela maravilhosa taça de vinho, agora você pode degustar a bebida com o seu cachorro, seu melhor amigo.
A marca DogBeer  lançou o Wine Dog’s um petisco líquido, de fabricação nacional,  engarrafado nos mesmos moldes da vinho tradicional, lacrado e com rolha.  É claro que a bebida só faz uma alusão ao vinho, pois não é alcoólica e não possui uva na composição, que pode causar danos a saúde do animal.
O corante natural de beterraba e o aroma artificial de vinho dá a sensação de se tratar de uma bebida legítima, no entanto, o líquido tem sabor carne. O mais legal desse produto é que ele já passou por diversos testes e foi aprovado, é seguro para os pets.


segunda-feira, 6 de março de 2017

Pets e moradores de rua abrigados


O prefeito de São Paulo, João Dória, deu uma boa notícia para a gigante carente “Terra da Garoa”. Os abrigos construídos para a população em situação de rua serão reformados e contarão com espaço para animais de estimação e estacionamento para carroças. A iniciativa batizada de “Espaço Vida” partiu do prefeito que percebeu que muitos “sem-teto”não ficam em albergues, devido os estabelecimentos não aceitarem os seus pets.
E é muito amor envolvido. Faça chuva ou faça sol, os tutores dos animais não os deixam abandonados. Esse é um bom exemplo, para muitos que têm condições de criar seu bichinho de estimação, mas preferem soltá-lo na rua mediante qualquer situação considerada adversa.

O projeto será mantido pela iniciativa privada, sendo assim, não terá custo para o governo, e os cidadãos não precisarão pagar impostos para suprir essa boa conduta, que vem de encontro com as necessidades de seres humanos desprovidos de bens materiais, no entanto, cheios de amor  para doar aos seus peludos de estimação.

Por que o gato afia as unhas?


O gato tem o hábito de arranhar diversos tipos de superfícies, inclusive a mobília da casa. O motivo principal é retirar aquelas cascas de unhas velhas que incomodam, mas também se alongar e demarcar o território, deixando o seu cheiro nos objetos. De um modo geral, o playground do gato é o sofá. Além do móvel ser construído com um material muito interessante para o desgaste das garras, ainda fica em um ponto crucial da casa, onde a família se reúne, e esse ponto é fundamental.
E depois que a mania se instalou, é difícil fazer o bichano desistir de afiar a unha em um local que não é considerado apropriado.  Ele arranha até deixar o sofá reduzido a espuma. No entanto, algumas medidas podem ser tomadas para desviar a atenção do peludo:

Tente colocar papel alumínio ou fita adesiva na parte do sofá ou do móvel que o gato gosta de arranhar. Ele com certeza vai se sentir incomodado tanto com o barulho, quanto com a sensação de ficar com a patinha grudada e a tendência, é ele não querer mais utilizar as suas unhas por ali.
Compre um arranhador específico para gatos, e de preferência, passe catnip (erva-do-gato) nele, pelo menos no inicio, até que o bichano se acostume. E se a casa abrigar vários pets, a dica é ter mais de um, pois o acessório pode se tornar motivo de disputa e briga.

Se o dinheiro estiver curto, o arranhador pode ser montado em casa, sem muita dificuldade e até com elementos recicláveis. Uma boa ideia é um cano largo de PVC, revestido com sisal e uma base que segure o peso do cano, sem que ele vire quando o gato se exercitar. O sisal pode ser enrolado e colado (com cola quente) em outros locais como pés de mesa e vigas - na área de serviço ou de lazer. O objeto também pode ser construído a partir de caixas de papelão. Os peludos têm verdadeira paixão por essa matéria-prima. A internet é um prato cheio para quem quer desenvolver  boas ideias e com materiais baratos. 

domingo, 5 de março de 2017

Refresco para os pets


Aquela história de que todos os cães sabem nadar não é verídica. Muitos deles batem as patas como um mecanismo de defesa para evitar o afogamento, mas isso não quer dizer que eles tenham total controle da prática.
Algumas raças como o golden retriever e o labrador são mais habilidosas quando o assunto é natação. Por outro lado, o buldogue, pug e outras espécies de focinhos achatados, conhecidas como braquicefálicos, não conseguem deixar a cabeça fora da água e podem se afogar. Peludos com obesidade também apresentam dificuldade para nadar e se cansam facilmente.
Então, todo cuidado é pouco. Se tiver uma piscina em casa, certifique-se de que o animal consegue sair dela. O ideal é que o ambiente possua escadas com degraus próximos um do outro e com materiais antiderrapantes. Se a extensão da piscina for muito grande, é recomendado que o local tenha mais de um tipo de saída, de preferência dos dois lados. Todas as medidas preventivas são em prol da vida do animal, pois ele pode não conseguir acessar a borda da piscina. Outro fator importante é nunca deixar o pet na piscina sem a supervisão de um adulto, pois em caso de afogamento, será necessário socorro externo.



Cuidados com a saúde da família
Antes de deixar o animal de estimação ter acesso à piscina da família, se certifique sobre a saúde dele. O pet precisa estar com as vacinas em dia e não pode ter nenhum tipo de micose, alergia ou verminose, pois atingem também o ser humano.

Atenção animal
Procure o veterinário de sua confiança para saber se o bichinho de estimação sofre de otite – um tipo de processo inflamatório que ocorre no ouvido. Caso a doença seja confirmada, os mergulhos na piscina estão proibidos, pois a água acumulada no ouvido é um prato cheio para fungos e bactérias que, adoram locais úmidos e quentes. Sendo assim, mesmo que o seu cão não sofra desse mal, após a saída da água, seque muito bem as orelhas dele.

E após um banho refrescante de piscina é necessário fazer uma higienização completa no pet com produtos próprios e água em abundância para retirar todo o resquício de cloro e demais produtos de tratamento que são colocados na água. Enxugar também é fundamental. Dê preferência a toalha macia e secador, pois nem sempre o sol consegue atingir as partes mais profundas do pelo, principalmente no caso de animais com pelagem longa. Os cuidados evitam as dermatites de pele que são tão prejudiciais para os fofuxos de estimação.

sábado, 4 de março de 2017

Reportagem exclusiva com Richard Rasmussen

Minha entrevista com Richard Rasmussen para a Revista Andipet.
Richard e macaco uacari - foto: Marcio Lisa - Txai


Leia a revista na íntegra no endereço abaixo:
https://issuu.com/cmn-revistascustomizadas/docs/associacao_andipet_19




sexta-feira, 3 de março de 2017

O bailarino dos ares

Os amantes de pássaros têm o hábito de colocar bebedouros artificiais para atrair o lindo e planador beija-flor.
Mas será que a água com açúcar faz mal para a saúde do rei dos ares?
Especialistas afirmam que não. Pelo menos em se tratando dos pássaros que estão soltos na natureza. Um beija-flor em cativeiro, jamais poderia se alimentar somente dessa mistura. Isso porque o organismo ficaria debilitado, uma vez, que a espécie necessita de proteínas para uma dieta saudável. Pequenos insetos são a principal fonte desse elemento.
O grande problema é que a ave precisa ser independente para procurar o seu próprio alimento, e acostumá-la com tamanha mordomia, pode ser um fator desanimador em relação a essa busca, já que a sua fonte de energia está tão fácil e ao alcance do bico.

Limpeza é essencial
É importante saber que quem quer manter a mistura de água com açúcar precisa estar atento à limpeza do bebedouro. O ideal é lavar, se possível, todos os dias com uma escovinha que possa tirar todos os resíduos de açúcar velho para que fungos não se acumulem no local.



Dica
Você tem um belo jardim ou um quintal espaçoso?
Então plante flores que possam produzir o néctar, matéria-prima essencial para o pássaro. Além de muito mais saudável, as visitas do bailarino dos ares será constante e o ambiente além de perfumado e adornado pela magnitude e cores das plantas, ainda poderá se transformar em um observatório de vários tipos de pássaros e até de borboletas. Com certeza, a natureza irá agradecer pela iniciativa.


quinta-feira, 2 de março de 2017

O brigão dos aquários


O Betta está entre as espécies de peixes ornamentais mais compradas. Além de muito barato, ele é bonito e fácil de ser criado. Com fama de brigão, o peixe precisa realmente viver sozinho. Tanto é assim, que nos primórdios, alguns países asiáticos criavam o peixe para lutar. E o pior é que essa triste realidade ainda hoje resiste em alguns locais.
Territorialista ele é o dono do pedaço e não gosta de dividir o seu espaço. Até a fêmea pode se tornar presa fácil. Tanto que, para reprodução, é preciso ter cautela. O encontro amoroso necessita ser breve, e após a desova, a fêmea deve ser retirada imediatamente do aquário em que o seu companheiro se encontra. Até porque, é o macho que fica responsável por criar o ninho para os filhotes. 
Mas mesmo mediante essas informações, a dica é não colocar os peixes para cruzarem sem a supervisão de um especialista, pois pode custar a vida da futura mamãe.
Enquanto o ninho estiver montado é necessário limpar somente o fundo do aquário, e bem superficialmente. Esses cuidados precisam ser tomados para que não haja comprometimento do "berço" dos peixinhos que está instalado primorosamente na superfície. Nos outros dias, é vida que segue e a higienização deve ser realizada somente com a troca de uma parte da água. O restante deve ser preservado.
O aquário ideal precisa conter areia, pedras e algas. Esse contexto lembra o ambiente natural de onde ele veio. O espaço não pode ser especificamente do tamanho do peixe, apesar de pequeno, ele precisa de liberdade para se locomover sem bater nos vidros. Isso evita crises de estresse. Como é uma espécie que salta, para evitar acidentes fatais, não deixe de colocar sempre uma tampa para lacrar o recipiente.

Hora do Rango
O peixe deve ser alimentado uma vez por dia. Confira sempre na casa de ração ou pet shop qual a quantidade ideal de comida que ele deve ingerir. Lembre-se sempre que ração em quantidade maior do que é recomendado, pode gerar o crescimento de bactérias no aquário e deixar o peixe doente.