sexta-feira, 19 de maio de 2017

Xixi no lugar certo


Os gatos são muito inteligentes e fazer as necessidades fisiológicas na caixinha, torna-se um hábito desde que são muito jovens. Basta que você mostre o lugar uma única vez, e eles jamais irão esquecer.
No entanto, alguns animais, em determinadas fases da vida podem começar a fazer xixi fora do lugar reservado para eles. Esse fato acontece por diversos motivos. Se a caixinha estiver muito suja, o censo de limpeza dos mascotes vai apontar para que eles optem por um local limpo. Por isso, é imprescindível, sempre recolher as fezes, no mínimo duas vezes ao dia; A casa que possui mais de um pet necessita também manter um ‘banheiro’ para cada um.
Se alguma fêmea pelos arredores estiver no cio, os gatos tendem a marcar território nos lugares mais inusitados, e isso pode incluir camas, sofás, aparelhos eletrodomésticos e onde mais eles acharem importante deixar o seu cheiro e mostrar que são os donos da selva. A única maneira de evitar esse problema é a castração. Com exceção de raros casos, o gato castrado não faz suas necessidades em qualquer ambiente.
Lembrando que a caixinha higiênica precisa ser preenchida com areia específica para os bichanos. O produto é vendido em supermercados, casas de ração e pet shops. E nem pensar em utilizar areia de construção ou da praia. Elas podem estar contaminadas e  trazer doenças para o seu bichinho como toxoplasmose, verminoses e micoses.





sábado, 13 de maio de 2017

Trânsito gentil


O projeto Maio Amarelo foi criado com o objetivo de conscientizar a população sobre a triste realidade do trânsito no Brasil. Todos os anos, milhares de pessoas são vítimas de atropelamentos e acidentes. Muitas delas são expostas ao risco de morte por imprudência dos próprios condutores. E os animais não estão a salvo dessa estatística.

Respeite o limite de velocidade nas vias, pois você nunca sabe quando um inocente irá atravessar na frente do seu veículo. Os animais podem ser comparados as crianças, eles não medem o risco que correm ao atravessar uma rua. Freie para um bichinho passar! Este ato que leva apenas alguns segundos pode salvar uma vida, seja ela humana ou animal. 

terça-feira, 9 de maio de 2017

Um grito de socorro



Apesar de muitos donos de gatos nem imaginarem, a Aids felina, conhecida como FIV, existe e pode acometer filhotes contaminados pela mãe, em situação de rua ou aqueles que se ausentam de casa para passeios diários . Por isso, se você ama o seu pet, não o deixe solto, pois, ao contrário do HIV humano, é principalmente pela saliva que a doença se prolifera, quando em contato com o sangue e feridas de gatos sadios. Entretanto, não está descartado o contágio por contato sexual, arranhões e até mordida.
É bom que fique claro, que a doença não é uma zoonose e, portanto, não é transmitida para o ser humano, mas pode atingir outros felinos. Para saber se o seu gatinho tem o mal, solicite a um veterinário da sua confiança um exame de sangue específico que identifique o problema.
Se o resultado der positivo, não abandone o seu pet. Entenda melhor o caso e aprenda a cuidar do seu mascote, afinal de contas, você não abandonaria o seu filho porque ele adquiriu uma moléstia incurável, abandonaria? 
Com o tratamento correto, o peludo poderá viver mais e com qualidade. Estudos já comprovaram que quando a doença é diagnosticada a tempo e tratada eficazmente, o gato ainda pode ter uma sobrevida por cerca de 10 anos. O amor e carinho também são pontos fundamentais para a recuperação do pequeno.

Muitos gatos no mesmo ambiente
Para quem tem muitos felinos e descobre que um deles tem a FIV, o ideal é manter a alimentação e a água sempre separadas. E como essa não é uma tarefa fácil, em alguns casos poderá ser necessário conseguir um local isolado na casa somente para o animalzinho doente.
Esse lugar precisa ter a mesma infraestrutura oferecida para os outros: caminha, comida, água fresca, brinquedos, acesso ao sol, ar puro, abrigo do frio e da chuva e caixinha para que ele possa fazer suas necessidades fisiológicas.  Chegue a um consenso com o profissional especializado, de qual a melhor forma de manter o bichano feliz e, em contato direto com os donos da casa durante todo o tempo.
Não deixe de dar atenção para o seu pet, pois ele pode morrer de tristeza e depressão.

O que a doença causa?
O vírus da imunodeficiência felina deixa o animal com a imunidade baixa, sujeitando-o a contrair hospedeiros oportunistas que causam dermatites, estomatites, gripes, febre, diarreia, entre outras.


sábado, 6 de maio de 2017

Inverno à vista


Gripes e resfriados são comuns nesta época do ano, tanto para animais, quanto para seres humanos. Apesar de não ser unanimidade no Brasil, por conta do clima tropical, no outono e inverno, as temperaturas costumam despencar e, essa baixa, traz doenças oportunistas que acometem os pets e podem causar outras enfermidades ainda piores que, se aproveitam da baixa imunidade dos pequenos. Uma boa maneira de preveni-las é blindar os mascotes com a vacina anual. Manter os bichinhos longe das intempéries do tempo, como correntes de ar, chuva e, impedir que eles fiquem ao relento e deitem em locais úmidos também é uma excelente saída. Colocar uma caminha própria, bem macia, em ambiente coberto ajuda a driblar os efeitos da estação mais fria do ano.
Os banhos precisam ser sempre mornos e em lugar abrigado do tempo. Além disso, o ideal é que o pelo seja bem seco. Para os cães que não têm problema com roupas e acessórios, o recomendado é a escolha de um modelo bem quentinho, que ajude a abrandar o frio.

Fique de olho nos sintomas

O animal saudável tem sempre o focinho úmido. Quando ele fica adoentado, a região se torna seca e, esse é um dos sintomas das gripes e resfriados. Ele também pode apresentar espirro e ficar amuado em um canto, sem vontade de brincar e com pouco apetite. Na dúvida se seu pet está ou não doente, procure sempre ajuda especializada o quanto antes.

domingo, 30 de abril de 2017

Dia da Memória Pet


Agora é oficial. A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo decretou o ‘Dia da Memória Pet’, que tem o objetivo de apontar a importância que os animais de estimação têm para a sociedade. Os tutores dos pets os tratam como verdadeiros membros da família e quando os mascotes se vão, o luto traz um vazio que não pode ser preenchido, comparado até com a despedida de um ente querido. A data incluída no calendário oficial passará a ser celebrada anualmente, todo segundo domingo de setembro.

Apesar de ser um grande avanço em São Paulo, nos Estados Unidos, o ‘Pet Memorial Day’, já existe há mais de quatro décadas. As atividades propostas lembram os peludos que se foram, mas também alerta para a posse responsável. Participantes deste dia especial contribuem como voluntários em prol da causa animal, doando carinho e alimentos para abrigos que cuidam do bichinhos.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Amor de mãe


Apesar de muita gente não concordar e torcer o nariz para a relação amorosa entre os humanos e os seus pets, a ciência comprovou que o sentimento do cão para com o seu dono e vice-versa, é muito parecido com o que a mãe nutre pelo filho. O estudo que partiu da universidade japonesa de Azabu afirmou que existe um vínculo especial entre o animal e o seu tutor. A explicação está ligada aos processos hormonais que entram em ebulição, principalmente pela troca de olhares, que liberam a ocitocina (conhecido como o hormônio do amor). Ela é produzida pelo hipotálamo que, entre outras funções está intimamente ligada às relações sociais, de amizade, confiança e também ao prazer. Não apenas sexual, mas no contentamento em uma realização pessoal, com uma nova amizade ou situação confortável.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Exemplo que transpõe o continente

Imagem ilustrativa

Enquanto tem gente que abandona seu pet nas ruas, sem dó nem piedade, outras pessoas fazem de tudo para manter o seu melhor amigo sempre ao seu lado. Esse é o caso da família Schweder que, se mudou do Brasil para Qatar, no Oriente Médio, no final do ano passado. Eles levaram seus seis animais adotados, entre gatos e cachorros, aparentemente, todos sem raça definida. 
As empresas aéreas permitem esse tipo de transporte, no entanto, é necessário cumprir com todas as regras solicitadas e pagar uma quantia bem salgada. O casal não se importou nem com a burocracia e nem tão pouco com o valor, pois, certamente, os bichinhos valem muito mais do que os bens materiais. Foram 14 horas de voo e também de muita preocupação para os tutores dos mascotes que, prezavam muito pela saúde deles. Mas, no final, tudo deu certo e, atualmente, os pets já estão familiarizados com o seu novo lar e felizes com seus pais humanos.