quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Herói de quatro patas

Imagem meramente ilustrativa

Ice, o cachorro da raça Labrador é o primeiro a atuar como salva-vidas no Brasil.
A novidade estará presente nas praias de Santa Catarina. O intuito dessa iniciativa é que o cão ajude na operação de salvamento, quando envolver mais de uma vítima de afogamento. Muito bem treinado pelo corpo de bombeiros de Itajaí, o peludo terá a função de disponibilizar flutuador para aqueles que ainda não tiverem sido resgatados.
O cão não foi escolhido por acaso. Ice já socorreu diversas pessoas no rompimento da barragem em Mariana (MG), é voluntário-terapeuta em um hospital de Itajaí, e ainda possui certificações internacionais. Um belo currículo para a carreira de um jovem de sete anos, não acham?
O turno de trabalho do Ice é das 15 às 20h, quando o clima está  ameno e o sol menos escaldante. Nesse tempo, ele recebe todos os cuidados e hidratação que são necessários para a manutenção da sua saúde.

O projeto- piloto que foi inspirado em modelo italiano, pode se estender para outros Estados do Brasil. Tomara, que em breve, possamos contar com diversos outros “Ice” atuando no salvamento litoral afora.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Banho de gato


Você com certeza já deve ter ouvido a expressão: “tomou um banho de gato”. Na prática, isso quer dizer um banho rápido, mas no cotidiano do felino, o significado vai muito além de higienização e retirada de parasitas.
Na antiguidade, quando os animais ainda não eram domesticados, eles comiam, e em seguida se lambiam. A língua, principal ferramenta da limpeza, com papilas cônicas que mais parecem pequenos espinhos, auxiliava na remoção das partículas da refeição. O ato funcionava como medida de precaução para não serem encontrados pelo seu predador natural, que poderia segui-los, por conta do odor característico do alimento.

E pode observar, de lá para cá, não mudou muita coisa. Depois que os peludos comem, a primeira coisa que eles fazem é tomar um belo banho de língua. Mesmo depois de séculos, o hábito continua como nos primórdios.

Banho solidário
Em geral, a partir da quarta semana de vida, os gatos já aprendem a tomar banho sozinhos. Eles copiam a mãe e acabam por higienizar também os irmãos e a própria tutora felina. Essa é uma forma de demonstração de amor e da criação de um vínculo emocional. E não se espante se o seu gato começar a te lamber. Se isso acontecer, comemore, quer dizer que ele confia em você e o considera como parte integrante do seu bando.


Cabras nas aulas de ioga


Pode parecer inusitado, mas em uma fazenda em Oregon, nos Estados Unidos, cabras são convidadas especiais em aulas de ioga. Os animais ficam soltos e ajudam, mesmo que indiretamente, no relaxamento dos participantes.

A ideia deu tão certo, que mais de 1200 pretendentes a alunos já estão na fila de espera para compartilharem da experiência.  Se a moda pega!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Lugares bons para cachorro


Quem tem um cãozinho como companheiro e melhor amigo, não gosta de se separar dele nem nos momentos de diversão, não é verdade?
Pensando nesse público cativo, Cris Berger lançou o livro "Guia Pet Friendly Mosaico", o terceiro título da coleção.
A autora dá dicas de estabelecimentos onde os pets são bem-vindos - desde restaurantes, cafés, hotéis, bares, até academias de ginástica.
E engana-se quem pensa que somente nos grandes centros urbanos existem esses lugares especiais. Cris fez uma lista com espaços que incluem as cidades de serra e do interior, tanto do Brasil, como em outros países.

Nome de pets que estão na moda



A “DogHero”- plataforma digital de hospedagem domiciliar para cachorros fez um levantamento inédito, com 108 mil cães cadastrados na sua base de clientes. A pesquisa revelou que são mais de 3700 nomes diferentes de animais. De nomes simples até aqueles mais complexos, que rendem homenagem para personagens de filmes, animações e personalidades mundiais.
A plataforma apontou que os nomes que se destacaram dessa lista foram: Mel para as fêmeas e Thor para os machos.

Confira abaixo, se o nome do seu animalzinho de estimação está entre os 25 mais da lista:

Fêmeas
Machos
1º Mel
1º Thor
2º Nina
2º Bob
3º Luna
3º Fred
4º Lola
4º Billy
5º Meg
5º Nick
6º Amora
6º Chico
7º Belinha
7º Jack
8º Cacau
8º Marley
9º Bela
9º Bruce
10º Frida
10º Lucky
11º Maya
11º Max
12º Pandora
12º Zeus
13º Malu
13º Ozzy
14º Princesa
14º Theo
15º Lua
15º Pingo
16º Lilica
16º Mike
17º Sofia
17º Toddy
18º Jade
18º Zeca
19º Kiara
19º Boris
20º Lili
20º Frederico
21º Chanel
21º Simba
22º Fiona
22º Buddy
23º Amy
23º Bidu
24º Cindy
24º Tobias
25º Lara
25º Scooby

Presente de grego


De repente, aquela gatinha doce e fofa surge carregando uma ave morta na boca. A imagem é bem chocante, mas é importante entender que ela não é cruel, apesar de domesticada, o procedimento faz parte da natureza selvagem da raça, que está implícita no seu DNA.  
Em geral, a fêmea é quem caça e essa atitude, independe da quantidade de ração ou de petisco disponíveis, pois, ela não costuma comer a presa, apenas a mata.
O objetivo da caça é presentear os donos e agradecer pelo carinho e acolhida. Se você quer evitar essa cena de terror, não deixe a sua peluda solta na rua. Essa é a única forma de prevenção. Além de poupar a vida de outras espécies, ainda evita que ela contraia doenças sérias, como a toxoplasmose e a raiva, que podem afetar o ser humano e causar graves consequências para a saúde.

A Erva do Gato


Até mesmo o “Gato de Botas”, o peludo mais fofo e esperto das animações, ao estrelar seu filme homônimo, se deixou seduzir pelos encantos da Catnip. E não é por acaso.
 Brincadeiras à parte, a “erva- do -gato” apresenta efeitos terapêuticos nos felinos.
Os gatos agressivos podem ficar calmos e os apáticos mais felizes e ativos. De olho em um mercado que não para de crescer, muitas empresas do setor, já fabricam brinquedos direcionados exclusivamente para os gatos e recheados com a erva do bem.
Apesar do assunto ter se popularizado na internet e nas revistas especializadas, gateiras e gateiros de primeira viagem  ainda têm muitas dúvidas sobre o que a planta pode causar. Segundo os distribuidores da erva, a Catinip não oferece risco para a saúde dos pequenos, pois a sua ação é somente temporária e, ela não causa dependência e nem é tóxica.