domingo, 19 de fevereiro de 2017

Pânico noturno em calopsitas


As aves são muito sensíveis e frágeis, por este motivo precisam de cuidados mais que especiais. E quem quer adquirir um "penoso" precisa estar por dentro de todos os protocolos de segurança para manter seu animal são e salvo.
E é bom que os tutores de calopsitas tomem conhecimento que, elas estão mais sujeitas a passarem  pelas temidas crises de pânico ou terror noturno, comuns nesta espécie.

O que é terror noturno?
 Enquanto dormem, as calopsitas podem se assustar com barulhos desconhecidos ou muito altos, insetos, sombras na gaiola e movimentos inesperados do seu próprio dono. O simples fato delas sonharem também está associado à crise. As aves começam a bater as asas em movimento frenético e se jogam contra as grades da gaiola. E o problema fica ainda maior quando dentro do mesmo espaço existem outros pássaros da mesma espécie. Eles também ficarão desequilibrados e se assustarão.  O ato de desespero leva quase sempre a lesões, que se contidas a tempo por um profissional habilitado são reversíveis.
Por ser considerado um fato relativamente novo para a ciência, não existe um consenso sobre o motivo principal que desencadeia o transtorno. No entanto, alguns especialistas supõem que quando os filhotes são retirados da mãe ainda muito pequenos para adoção, passam por um processo de humanização -, que é considerada como uma das hipóteses de desencadear o pânico noturno, comum também a seres humanos.

Medidas preventivas
Apesar da situação ocorrer quando menos se espera, algumas dicas são válidas para tentar evitar o problema:
Não deixe a ave dormir solta, pois fica mais difícil de contê-la se houver uma crise.
Evite que a gaiola fique no escuro total;
Não tampe a gaiola com blackout, dê preferência para tecidos mais finos;




sábado, 18 de fevereiro de 2017

Animais de estimação no ambiente corporativo


Uma iniciativa inusitada de empresários da Escócia incentiva a adoção de animais. Os proprietários de uma cervejaria passaram a dispensar por uma semana aqueles funcionários que praticarem o ato solidário de levar um cachorrinho para casa. A “licença-cachorro” funciona como uma licença-maternidade que, visa melhorar o período de adaptação entre o pet e seu dono.
Os animais podem ainda frequentar o local de trabalho dos tutores. De acordo com os fundadores da empresa, em breve, os colaboradores da filial de Ohio, nos Estados Unidos, também contarão com este mesmo benefício. 
Esta prática de levar os animais de estimação ao trabalho, já é moda em grandes empresas pelo mundo, como o Google, por exemplo. E os representantes do universo corporativo sabem o quanto a presença dos peludos é importante: o ambiente executivo fica mais descontraído, os funcionários se socializam melhor e até a produtividade e desempenho se destacam positivamente.
Mas é claro que os estabelecimentos colocam regras para essa visita canina. O ideal é verificar se o cachorro se adéqua a novos ambientes e pessoas, se existe um dia específico para o “tour animal” e  quais são os locais permitidos para trânsito do pet.
Tomara que as empresas no Brasil sigam o exemplo que vem de fora. Funcionário feliz é sinônimo de boa performance e sucesso nos negócios e na vida.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Os gatos também amam


Há quem diga que os gatos não gostam dos donos, mas sim da casa. Ledo engano, pois os peludos retribuem o amor conforme recebem. É bom que se entenda que, diferente de outros animais, eles são felinos e, portanto, animais territorialistas, que dão grande importância ao ambiente em que vivem.
Gostam de marcar o seu espaço e deixar claro que aquele lugar é deles. Por esse motivo, para deixarem o seu cheiro, que é a marca registrada, se esfregam em móveis, objetos e até no próprio dono - que consideram um ser igual a eles no nível hierárquico da cadeia evolutiva.
A maior parte dos bichanos que são mantidos somente em casa e não têm acesso a rua, detestam visitas estranhas e a presença de novos animais no seu lar. Mas com o tempo e a frequência das presenças de seres humanos ou de outros pets tudo se encaixa. Ainda que não curtam muito a ideia, e não se tornem melhores amigos dos hóspedes vão se acostumar com a situação.
Quando ameaçados, se escondem nos lugares mais improváveis, como em cima de guarda-roupas e dentro de gavetas. Eles estão sempre em estado de defesa, pois acreditam  que a qualquer momento podem se deparar com um possível ataque de um “inimigo”. Aliás, cada cômodo da casa, é para eles uma área de combate e caça que pode ser mortal.



Amor com amor se paga
Apesar de independentes, eles agradecem todo o carinho que ganham. Os peludos estabelecem comunicação de diversas maneiras: pelos sons que emitem, incluindo o ronronar, pela postura, pela maneira com que se locomovem, pela direção das orelhas e dos bigodes, entre outros. Quando estão muito felizes podem ronronar e virar de barriga para cima, ao passo que quando estão irritados, vocalizam e demonstram com uma espécie de sopro, além de um miado mais longo que não estão a fim de participarem de determinada brincadeira. Os donos dos pets já conhecem todos os hábitos dos filhos de quatro patas. Essas evidências só ficam claras por conta do convívio e da troca de experiências. Portanto, já está mais que comprovado que eles podem ser amáveis e muito companheiros, assim como outros animais de estimação. No entanto, é preciso respeitar o espaço deles e as suas limitações, pois assim como os seres humanos, os animais também possuem personalidades diversas que, vão se desenvolver ao longo da vida deles.


Hoje é dia internacional dos gatos

Comemore com o seu bichano!
Minha Vitória: linda de viver!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Para turbinar a refeição


O seu peludo está comendo mal?
Talvez esteja faltando um algo a mais para abrir o apetite dele.
A dica são os molhos “Ipet Tasty” que chegaram no mercado pet nas versões: churrasco, carne, carne com vegetais e frango. Apesar de o produto possuir ferro, as vitaminas A, D, E e K e de ser nutritivo e rico em diversos componentes que o organismo dos cães necessita , ele não é recomendado para aqueles animais que sofrem com a obesidade. “Os molhos não oferecem riscos à saúde dos pets, mas é essencial que os donos sigam à risca o modo de usar, pois o item não deve ser servido em excesso”, conta Lucas Marques, diretor comercial da empresa. Ele explica que a medida ideal é 7 mililitros (ml) de molho para cada 100 gramas (g) de ração.

Toda a linha pode ser adquirida nas principais lojas pet de São Paulo e pelo e-commerce: www.petvirtual.com.br

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Atendimento móvel

Foto Divulgação

A cidade de São Paulo ganha primeira clínica veterinária móvel. O simpático projeto “vetmóvel” foi criado pelo instituto MAPAA (uma organização não governamental de proteção animal), em parceria com a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP.
O objetivo da proposta é a orientação veterinária gratuita para os tutores que moram na periferia da cidade e, possuem dificuldade ao acesso de informações. A ideia é instruir para reduzir a quantidade de pets em situação de rua. A posse responsável e a castração são linhas de frente na luta contra o abandono dos peludos, sejam eles cães ou gatos.
E é claro, que o projeto além de esclarecimentos importantes também proporcionará a castração gratuita dos animais dentro do próprio veículo -  um ônibus que já está adaptado para esse tipo de procedimento. O espaço de 20 metros quadrados foi dividido em: ambulatório, sala de higienização, sala de cirurgia, sala pós-cirúrgica e sala de degermação – onde os equipamentos são esterilizados -, o que previne que os peludos contraiam diversas infecções oportunistas.

Foto Divulgação


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Os oceanos pedem socorro



A falta de conscientização dos homens deixa as águas do mar cada dia mais poluídas. A carência de noção ambiental mata os animais marítimos dia a dia. A situação é tão degradante, que algumas espécies estão em processo de extinção. Pesquisadores da Noruega encontraram mais de 30 sacos plásticos, além de outros resíduos dentro do estômago de uma baleia. O animal que estava com o estado de saúde muito comprometido e ficou encalhado na Ilha de Sotra precisou ter a morte induzida.
E a história não para por aí. Cientistas descobriram ainda, poluição em zonas profundas dos oceanos onde se acreditava que os poluentes não conseguissem chegar. Ficou constatado que os crustáceos encontrados nas profundezas apresentavam mais substâncias tóxicas do que caranguejos que viviam na superfície de rios supercontaminados da China.
Essa triste realidade deveria impactar na consciência do ser humano de forma muito direta. Se continuar assim, daqui pouquíssimo tempo, muitas criaturas marítimas só serão conhecidas por fotos e vídeos. E que futuro triste nossos descendentes precisarão enfrentar por erro dos seus próprios tutores. O lixo precisa ser jogado em local específico. Deixar sujeira nas praias é um crime ambiental de consequências inimagináveis.
Vamos fazer a nossa parte e conservar a natureza sempre!