sábado, 11 de março de 2017

Não jogue sal nos sapos


Apesar dos sapos, pererecas e rãs não ganharem a simpatia de muita gente, eles são inofensivos e precisam viver para manter o equilíbrio do meio ambiente. Os anfíbios são responsáveis pelo controle da população de insetos. Com a ausência deles, plantações seriam devastadas e os seres humanos se sentiriam muito incomodados com uma invasão proveniente dos ares.
Infelizmente, um costume antigo de jogar sal nos sapos para espantar o animal ainda sobrevive. E com o período de chuvas, e o aparecimento dessas figuras, inclusive nas grandes cidades, eles se tornam vítimas fatais. Isso porque, é por meio da pele que acontece uma parte do processo de respiração e, quando o órgão se choca com o mineral, o organismo não consegue absorver água, causando uma dor extrema e impiedosa que quase sempre leva à morte.

Atos bárbaros como esse não deveriam mais existir. A natureza chora todas as vezes que perde um dos seus habitantes. E o resultado de tanta crueldade será visto em um futuro muito próximo e nada feliz. Muitas espécies levadas à extinção por conta da ignorância. Vamos repensar o mundo que iremos querer para nossos descendentes, e desde já, tomarmos uma atitude assertiva com relação à manutenção da vida e do ecossistema.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Cães na moda

Foto Divulgação

Foi-se o tempo em que os animais de estimação eram meros coadjuvantes no convívio familiar. Hoje, eles fazem parte da família e participam de todos os momentos dos seus donos, tratados como iguais, com todo carinho e amor. 
Pensando nesse público, a empresa “O Cão e a Manga” começou a fabricar roupas e acessórios 100% artesanais e personalizados para os pets. Os looks são coloridos, divertidos e muito estilosos. As camisas estampadas e bandanas dão toda a graça e charme ao visual dos peludos.  Além disso, os tecidos são muito confortáveis e apropriados para o clima do Brasil.

Mais informações no site www.ocaoeamanga.com.br
Foto divulgação

quinta-feira, 9 de março de 2017

Março Amarelo


Março é o mês internacional de prevenção e tratamento das doenças relacionadas aos rins. Mas você sabia que os pets também podem sofrer com infecção urinária e cálculo renal?
Sim, quando alcançam idade avançada, eles correm sérios riscos de complicações nos rins, pois com o passar do tempo, o órgão pode não trabalhar mais como antes. As causas são várias, desde hereditariedade, até ligação com outros males como hipertensão, diabetes e doenças infecciosas, como a transmitida pelo carrapato. Apesar da alteração ser mais comum em gatos, os cães não estão fora dessa estatística. Ela atinge 60% de cães e gatos na melhor idade.
A campanha Março Amarelo é de extrema importância para alertar os tutores sobre como o diagnóstico precoce é fundamental para salvar a vida do pet. Pois, infelizmente, a doença é silenciosa e, em geral, quando demonstra seus sintomas já está em estágio avançado que é bem mais difícil para o controle e cura.
 Leve o seu animal ao veterinário todo ano, e se possível, faça exames específicos de urina e sangue, principalmente se ele tomar algum medicamento de uso contínuo. A ingestão demasiada de alguns fármacos também pode prejudicar os rins.
E se o pet desenvolveu qualquer disfunção renal, é preciso redobrar a atenção com relação à alimentação. Ração com excesso de proteínas e fósforo pode piorar o quadro do paciente.

Dica
Além do check-up rotineiro, fique atento aos seguintes sintomas:
Vômitos e diarreia;
Vontade constante de urinar;
Falta de apetite;
Xixi com a presença de sangue;
Sede que não cessa.
Na dúvida, procure sempre ajuda profissional.


quarta-feira, 8 de março de 2017

Vinho para cães

Foto Divulgação

Se você não tem companhia para apreciar aquela maravilhosa taça de vinho, agora você pode degustar a bebida com o seu cachorro, seu melhor amigo.
A marca DogBeer  lançou o Wine Dog’s um petisco líquido, de fabricação nacional,  engarrafado nos mesmos moldes da vinho tradicional, lacrado e com rolha.  É claro que a bebida só faz uma alusão ao vinho, pois não é alcoólica e não possui uva na composição, que pode causar danos a saúde do animal.
O corante natural de beterraba e o aroma artificial de vinho dá a sensação de se tratar de uma bebida legítima, no entanto, o líquido tem sabor carne. O mais legal desse produto é que ele já passou por diversos testes e foi aprovado, é seguro para os pets.


segunda-feira, 6 de março de 2017

Pets e moradores de rua abrigados


O prefeito de São Paulo, João Dória, deu uma boa notícia para a gigante carente “Terra da Garoa”. Os abrigos construídos para a população em situação de rua serão reformados e contarão com espaço para animais de estimação e estacionamento para carroças. A iniciativa batizada de “Espaço Vida” partiu do prefeito que percebeu que muitos “sem-teto”não ficam em albergues, devido os estabelecimentos não aceitarem os seus pets.
E é muito amor envolvido. Faça chuva ou faça sol, os tutores dos animais não os deixam abandonados. Esse é um bom exemplo, para muitos que têm condições de criar seu bichinho de estimação, mas preferem soltá-lo na rua mediante qualquer situação considerada adversa.

O projeto será mantido pela iniciativa privada, sendo assim, não terá custo para o governo, e os cidadãos não precisarão pagar impostos para suprir essa boa conduta, que vem de encontro com as necessidades de seres humanos desprovidos de bens materiais, no entanto, cheios de amor  para doar aos seus peludos de estimação.

Por que o gato afia as unhas?


O gato tem o hábito de arranhar diversos tipos de superfícies, inclusive a mobília da casa. O motivo principal é retirar aquelas cascas de unhas velhas que incomodam, mas também se alongar e demarcar o território, deixando o seu cheiro nos objetos. De um modo geral, o playground do gato é o sofá. Além do móvel ser construído com um material muito interessante para o desgaste das garras, ainda fica em um ponto crucial da casa, onde a família se reúne, e esse ponto é fundamental.
E depois que a mania se instalou, é difícil fazer o bichano desistir de afiar a unha em um local que não é considerado apropriado.  Ele arranha até deixar o sofá reduzido a espuma. No entanto, algumas medidas podem ser tomadas para desviar a atenção do peludo:

Tente colocar papel alumínio ou fita adesiva na parte do sofá ou do móvel que o gato gosta de arranhar. Ele com certeza vai se sentir incomodado tanto com o barulho, quanto com a sensação de ficar com a patinha grudada e a tendência, é ele não querer mais utilizar as suas unhas por ali.
Compre um arranhador específico para gatos, e de preferência, passe catnip (erva-do-gato) nele, pelo menos no inicio, até que o bichano se acostume. E se a casa abrigar vários pets, a dica é ter mais de um, pois o acessório pode se tornar motivo de disputa e briga.

Se o dinheiro estiver curto, o arranhador pode ser montado em casa, sem muita dificuldade e até com elementos recicláveis. Uma boa ideia é um cano largo de PVC, revestido com sisal e uma base que segure o peso do cano, sem que ele vire quando o gato se exercitar. O sisal pode ser enrolado e colado (com cola quente) em outros locais como pés de mesa e vigas - na área de serviço ou de lazer. O objeto também pode ser construído a partir de caixas de papelão. Os peludos têm verdadeira paixão por essa matéria-prima. A internet é um prato cheio para quem quer desenvolver  boas ideias e com materiais baratos. 

domingo, 5 de março de 2017

Refresco para os pets


Aquela história de que todos os cães sabem nadar não é verídica. Muitos deles batem as patas como um mecanismo de defesa para evitar o afogamento, mas isso não quer dizer que eles tenham total controle da prática.
Algumas raças como o golden retriever e o labrador são mais habilidosas quando o assunto é natação. Por outro lado, o buldogue, pug e outras espécies de focinhos achatados, conhecidas como braquicefálicos, não conseguem deixar a cabeça fora da água e podem se afogar. Peludos com obesidade também apresentam dificuldade para nadar e se cansam facilmente.
Então, todo cuidado é pouco. Se tiver uma piscina em casa, certifique-se de que o animal consegue sair dela. O ideal é que o ambiente possua escadas com degraus próximos um do outro e com materiais antiderrapantes. Se a extensão da piscina for muito grande, é recomendado que o local tenha mais de um tipo de saída, de preferência dos dois lados. Todas as medidas preventivas são em prol da vida do animal, pois ele pode não conseguir acessar a borda da piscina. Outro fator importante é nunca deixar o pet na piscina sem a supervisão de um adulto, pois em caso de afogamento, será necessário socorro externo.



Cuidados com a saúde da família
Antes de deixar o animal de estimação ter acesso à piscina da família, se certifique sobre a saúde dele. O pet precisa estar com as vacinas em dia e não pode ter nenhum tipo de micose, alergia ou verminose, pois atingem também o ser humano.

Atenção animal
Procure o veterinário de sua confiança para saber se o bichinho de estimação sofre de otite – um tipo de processo inflamatório que ocorre no ouvido. Caso a doença seja confirmada, os mergulhos na piscina estão proibidos, pois a água acumulada no ouvido é um prato cheio para fungos e bactérias que, adoram locais úmidos e quentes. Sendo assim, mesmo que o seu cão não sofra desse mal, após a saída da água, seque muito bem as orelhas dele.

E após um banho refrescante de piscina é necessário fazer uma higienização completa no pet com produtos próprios e água em abundância para retirar todo o resquício de cloro e demais produtos de tratamento que são colocados na água. Enxugar também é fundamental. Dê preferência a toalha macia e secador, pois nem sempre o sol consegue atingir as partes mais profundas do pelo, principalmente no caso de animais com pelagem longa. Os cuidados evitam as dermatites de pele que são tão prejudiciais para os fofuxos de estimação.