domingo, 2 de abril de 2017

Posso trocar sempre a ração do meu gato?


Manter uma regularidade com relação à escolha da ração do gato é um dos princípios fundamentais para o felino comer adequadamente, além de ser benéfico para o cultivo da sua saúde e bem-estar. Não se aplica a todos, mas a mudança repentina de ração pode causar transtornos como: vômitos, diarreia, alergias, processos inflamatórios e até o repúdio à própria refeição. Esqueça aquela história de comprar o alimento baseado no preço. Às vezes, o barato sai caro e a dieta com valor reduzido pode não satisfazer as necessidades nutricionais do mascote.  Escolha uma marca e um sabor e mantenha-a sempre. Se houver necessidade de troca por idade, obesidade, baixo peso ou castração consulte sempre um veterinário que indicará a melhor opção.

Dica

Por recomendação de especialistas, quando se faz necessária a substituição do alimento, a ideia é introduzir aos poucos a nova composição alimentar, sempre misturando com a ração que o pet já está acostumado. Com o passar dos dias a quantidade da ração nova deve ser aumentada gradualmente, até que o prato já tenha sido alterado por completo. Esse primoroso carinho e cuidado traz menos impacto para os hábitos dos animais e mais satisfação no momento das principais refeições.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Por que os gatos machos não possuem três cores?


Geralmente, quando os peludos nascem e ainda são muito bebês, nem sempre é possível distinguir o macho da fêmea. Mas a cor do pelo do animal pode dizer muito sobre o seu sexo, pelo menos em se tratando da pelagem tricolor. Essa miscelânea de cores é quase uma unanimidade para as fêmeas. Elas são as verdadeiras herdeiras de todo esse charme. Estudiosos indicam que somente 1% dos machos possuem mais de duas cores. Nesse caso, se trata de um tipo de anomalia genética, uma vez que a cor do pelo está relacionada ao cromossomo X, e a gata possui ele dobrado, ou seja, XX . Já o gato tem os cromossomos XY – que representam uma única cor. Capricho da natureza e do mundo da biologia, tudo em perfeito equilíbrio!

terça-feira, 28 de março de 2017

Tubarão-lixa é encontrado em aquário particular

Imagem meramente ilustrativa

Uma fêmea de tubarão-lixa foi resgatada em um aquário privado, na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo.  A equipe do Aquário de Ubatuba que fica no litoral norte do Estado, gerenciou o processo que durou 30 horas.
O pedido de socorro para dar condições apropriadas para o tubarão sobreviver partiu do próprio tutor do animal que se conscientizou e preferiu entrar em contato com o órgão competente, quando percebeu que a espécie estava crescendo mais do que o imaginado.
Durante todo o tempo, o animal foi acompanhado por biólogos e veterinários, e o transporte foi um sucesso. O tubarão chegou ao seu destino saudável e sem nenhuma escoriação.

É sempre bom lembrar que o ambiente doméstico não é um habitat que pode acomodar a maior parte dos animais selvagens e exóticos.  A lei do Brasil pune com multa quem tenta burlar essa regra, exceto no caso de entrega voluntária do bichinho.  Os animais precisam viver em um local que mais se aproxime da sua morada natural, isso quando não é possível libertá-los na natureza. Muitas vezes, essa atitude não ocorre, porque o tempo em cativeiro os torna dependentes do ser humano e, soltos, eles morreriam com certeza, tanto por conta do ataque dos seus predadores, como por não conseguirem o alimento, indispensável para a vida.

domingo, 26 de março de 2017

Os animais de estimação e as alergias


Quando a gravidez chega e a família já tem um filho peludo, as preocupações começam a surgir. Dentre elas está a de que o bebê pode desenvolver alergia pelo animal de estimação. No entanto, não é preciso alarde. Crianças que têm pets podem estar autoimunes à essa disfunção causada pela descamação da pele deles - uma espécie de caspa que se solta. Quem endossa essa teoria é a pesquisa publicada na revista “Clinical & Experimental Allergy que, concluiu que os pequenos que têm convivem com os pets a partir do primeiro ano de vida, desenvolvem mais anticorpos para combater o problema. Os cientistas envolvidos no projeto supõem que, o contato precoce a alérgenos e bactérias que estão associados aos animais, fortalece o sistema imunológico da criança.  

Outro estudo divulgado na “JAMA Pediatrics”, também indica que conviver com um cachorro antes do bebê completar um ano, reduz em até 13% o risco de desenvolvimento de doenças do trato respiratório, como a asma, por exemplo.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Iniciativa do bem


Comedouros de PVC para alimentar cães e gatos em situação de rua foram instalados em bairros com grande incidência de pets sem lar, de Macapá. Os acessórios montados com canos, estão posicionado em frente a algumas residências de voluntários, que se propuseram a comprar a ração, reabastecer o alimento quando necessário e cuidar da higiene do comedouro.
A iniciativa que partiu de um vereador da cidade, que é ativista na causa animal, tem como objetivo suprir a necessidade dos peludos e não deixar que eles morram por inanição. O ideal seria que todos pudessem ser acolhidos, castrados, vermifugados e doados, mas como essa ainda é uma utopia, e o governo não toma providências, os benfazejos amigos dos pets, vão se virando como podem.
Exemplos como esse deveriam ser copiados em outros Estados!


quarta-feira, 22 de março de 2017

Identidade para os mascotes


Cartórios de títulos e documentos do Brasil iniciaram uma campanha para dar identidade aos animais de estimação. A “identipet” é uma certidão registrada, com nome e sobrenome do tutor, que fica à disposição em um cadastro nacional.
 Um dos objetivos da iniciativa é valorizar o direito e a segurança dos pets, por meio da posse responsável, com uma declaração de responsabilidade, assinada pelo dono. Mas não é só isso. Como no Brasil ainda não existe uma lei que priorize com quem os mascotes devem ficar, no caso do término de um namoro de longa data ou casamento, a oficialização também serve para esse fim, evitando brigas futuras entre os ex-casais por conta da posse dos peludos. No Rio de Janeiro, o documento já está sendo emitido. Resta saber, se nos outros Estados, a proposta também vai vingar. Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.

terça-feira, 21 de março de 2017

O coelho pode ser tido como um animal de estimação?


Com a aproximação da Páscoa, tem muita gente pensando em dar de presente, além dos tradicionais ovos de chocolate, o principal representante dessa época: o coelho. Só que não é aquele de pelúcia, que pode ser deixado pelos cantos quando a criança cansar de brincar, mas sim um animal de verdade.
É preciso ter cautela antes de comprar um coelho como pet. Apesar de ele ser um animal dócil, que se adapta até a vida dentro de um apartamento, isso não é regra. Como qualquer outra espécie, ele tem sua personalidade, o que vai ditar o seu comportamento. E é bom que fique claro, que o coelho não vai agir como o cão ou o gato, pets mais tradicionais.
 O silencioso bichinho, nem sempre vai gostar de colo, mas isso não impede de que a tentativa seja feita. O ideal é que essa aproximação aconteça quando ele ainda é filhote. Como o peludo é delicado, os afagos precisam ser feitos com muita suavidade, na medida para a sua felicidade. Em casa que tem criança é bom supervisionar o contato, pois o frágil animal não pode cair no chão e nem sofrer estresse.

Fique atento!
Como um roedor nato, é possível que ele tente desgastar os móveis de madeira e tudo mais o que encontrar pela frente. Esse hábito pode causar prejuízo para a saúde dele, se ingerir pequenas partículas dessas matérias-primas. Todavia, deixar o bichinho trancado não é solução. A dica é só deixar o animal passear pela casa com o acompanhamento de um adulto. A raça mini, é a mais adequada para espaços pequenos, pois os coelhos maiores podem chegar a pesar até dez quilos. E ele precisa de espaço para desbravar a casa. Existem gaiolas específicas para o pet, mas o recomendado é que ele tenha um espaço na casa só dele, com brinquedos específicos para a espécie, local para depositar suas fezes e potinhos com suas refeições.



Alimentação
No mercado pet, existem rações prontas e próprias para o peludo. A dieta pode ser complementada com folhas ou porções de cenoura e rabanete. Na dúvida, consulte o seu veterinário para saber qual a refeição mais adequada para o coelho e quantas vezes por dia ele pode comer. A água precisa estar disponível sempre à vontade para que não haja desidratação.

Higiene
Assim como os felinos, o coelho faz sua própria higiene, portanto, não é aconselhável dar banho nele, pois, a limpeza inadequada, retira a camada de proteção da pele. Se houver muita necessidade, a recomendação é procurar a ajuda de um especialista.