sábado, 30 de junho de 2018

No aquário eles também sentem frio



Há quem pense que ter um peixe como pet é tarefa fácil. Mas se engana quem acha que o animal aquático não precisa de cuidados. E no inverno não é diferente.
Assim como os cães, gatos e pássaros precisam de atenção especial, os peixes também. Para manter a temperatura adequada no aquário, é necessário utilizar um termostato (aquecedor com termômetro). Quando o equipamento alcança a temperatura ideal programada para determinada espécie, desliga automaticamente.
O peixe-betta muito popular nas casas brasileiras está na lista dos mais prejudicados com o clima frio. Ele sofre com a baixa temperatura e sem os cuidados adequados pode adquirir doenças oportunistas e até morrer.
Uma dica é ficar de olho no seu pet. Os peixes que não se adaptam a água gelada mudam o seu comportamento. Como o metabolismo fica lento, os animais tendem a se alimentar menos e ficam parados. Tudo isso para deixar uma reserva de energia.
Manter no aquário espécies que compartilham o mesmo tipo de temperatura e PH da água facilita os cuidados e tratamentos, evitando mortes precoces.


domingo, 17 de junho de 2018

Pet torcedor


Já tirou a camisa do guarda-roupa para torcer para o Brasil?
Copa do Mundo é época de festa e alegria, e o seu melhor amigo não pode ficar de fora. Algumas lojas especializadas disponibilizam acessórios e roupinhas para você torcer em grande estilo, com o seu mascote a caráter.

O que importa é manter as cores da seleção, mas sem incomodar os animais. Uma boa pedida são as bandanas. Elas podem ser colocadas em cima da coleira ou diretamente no pescoço dos peludos, sem causar estresse e/ou desconforto.

Produto - Petz

Produto - Petz

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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Os perigos dos fogos de artifício


As festas juninas e julinas são muito esperadas durante todo o ano. Além das maravilhosas comidas típicas, a alegria e o colorido das quadrilhas e das bandeirolas encantam adultos e crianças.
No entanto, apesar da grande manifestação cultural brasileira que festeja os santos católicos São Pedro, Santo Antônio e São João, os pets (cães, gatos e aves) sofrem com a falta de respeito de pessoas que insistem em soltar fogos de artifício com estampidos ensurdecedores até para os ouvidos humanos.
É maravilhoso apreciar as luzes e desenhos formados pelos fogos de artifício cortando os céus, todavia, alguns tipos desses artefatos dão esse mesmo efeito visual, sem causar barulho e incômodo.
Poucos minutos de queima de fogos podem causar consequências que se arrastam por dias e até meses. Os pets estão expostos ao estresse, traumas que necessitam de acompanhamento psicológico, crises convulsivas, problemas auditivos e até desmaios.

Preserve o seu mascote com as dicas abaixo:
Evite deixar o seu bichinho sozinho;
Mantenha-o em local fechado para reduzir os estampidos;
Para afastar o barulho externo, ligue a TV ou rádio;
Jamais deixe o animal preso na coleira.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Sensores felinos



Para os homens, o bigode pode até dar aquele charme nas produções de moda, já para os gatos, ele vai além da aparência e do modismo.
Essencial para os felinos, os bigodes, também conhecidos tecnicamente como vibrissas funcionam como uma espécie de radar. Por meio deles, é possível sentir o mundo, medir distâncias e espaços. Os fios funcionam ainda, como um sensor que ajuda a identificar perigos ocultos que variam de obstáculos a predadores.
Assim como o cabelo humano, os bigodes crescem cerca de um centímetro por mês e caem naturalmente.  Sob hipótese alguma os fios devem ser arrancados ou cortados, pois esse ato pode deixar o peludo totalmente desorientado e estressado.


Humor latente
É importante verificar sempre o posicionamento dos bigodes dos pets. Quando os animais se sentem acuados, bravos ou na defensiva, os bigodes ficam para trás. Ao passo que quando estão felizes, os bigodes ficam na posição normal (relaxados), ao farejarem um odor diferente ou de determinados alimentos, os pelos se projetam para frente.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Cuidados especiais com os pets no inverno



Quando a temperatura despenca e o ar apresenta baixa umidade, é hora de redobrar a atenção com os pets, pois as doenças respiratórias se proliferam mais rapidamente, inclusive no mundo animal.
A traqueobronquite infecciosa ou tosse dos canis está entre esses problemas oportunistas que tiram o sossego dos mascotes e dos seus donos. Vários agentes podem ser responsáveis pelo mal, no entanto, a vacinação ainda é o melhor remédio para combater vários desses vilões que são causadores da doença.
O contágio ocorre pelo ar ou pelo contato direto com outros bichinhos. Apesar do diagnóstico ser realizado clinicamente, é possível solicitar exames laboratoriais, entre eles o hemograma,  para saber mais detalhes sobre a saúde geral do peludo.  Tosse seca, coriza, febre e falta de apetite são alguns dos principais sintomas da tosse dos canis.  Na dúvida, peça ajuda ao seu veterinário, pois somente ele poderá traçar um diagnóstico preciso sobre o problema, uma vez, que outras doenças podem apresentar sintomas parecidos.

Dicas
Vacine o seu melhor amigo;
Não exponha o pet a baixas temperaturas;
Dê abrigo ao peludo em local coberto;
Evite levar o bichinho em lugares fechados e que tenha a presença de outros animais.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Picadinha do bem



Proteja a sua família e o seu animal de estimação. Não deixe de vaciná-lo contra a raiva. Este é um ato de amor!
 Em diversos estados, neste mês, ocorre a campanha antirrábica gratuita para cães e gatos.
Para manter a zoonose (doença que pode ser transmitida para o ser humano) controlada, é necessário se atentar para as datas e locais de vacinação. Procure o posto mais próximo do seu bairro.

Fique ligado
Pets podem ser imunizados contra a doença a partir de três meses de idade;
Os felinos devem ser encaminhados até as unidades de vacinação em caixinhas de transporte, e, no caso de cães, com coleira e guia.


segunda-feira, 23 de outubro de 2017

De olho no câncer animal


No mês que se comemora o Outubro Rosa destinado à prevenção do câncer de mama humano, também é importante lembrar que cadelas e gatas podem sofrer com o problema.
Por isso, os tutores precisam estar em alerta e levar os pets ao veterinário para check-up anual ou sempre que surgir pequenos nódulos localizados, ou ainda alguma dúvida com relação à saúde do animal. 
Apesar de não se chegar a um consenso de uma causa única que leve a doença, especialistas dizem que a castração até o primeiro ano de vida, e antes do primeiro cio é uma das maneiras mais eficazes de evitar esse tipo de tumor maligno, que se manifesta na maior parte das vezes nas fêmeas.
Muitos dizem que antigamente não se via falar no desenvolvimento da patologia em animais de estimação, mas a bem da verdade é que os pets viviam menos do que hoje, por isso, não dava tempo da detecção do mal, uma vez que a falta de cuidados e vacinas levavam o bichinho a óbito.
Quando a doença é descoberta precocemente, ela tem cura e pode ser tratada com quimioterapia e com a retirada de uma parte ou da área total do local acometido pelo tumor. Assim como nos seres humanos, o tratamento medicamentoso ou venal pode causar efeitos colaterais como enjoos, queda de pelos, indisposição, vômito, diarreia, entre outros tantos.
O importante durante o tratamento é cuidar da saúde do pet, e proporcionar toda a atenção necessária para sua cura ou para que tenha uma melhor qualidade de vida. Além de é claro tratar o integrante da família com muito amor e dedicação.