quinta-feira, 16 de março de 2017

Brancos como a neve


Animais de pelo branco são um charme a parte, no entanto, apesar de lindos, precisam ser tratados de forma especial. É que cuidar dessa pelagem alva nem sempre é fácil, pois qualquer sujeira fica muito evidente. Além disso, o pelo pode ficar manchado e amarelado em volta dos olhos, por conta das secreções lacrimais, e nas demais partes do corpo, devido às lambeduras e o próprio xixi. O sol também é um vilão. “A exposição solar propicia a dermatite actínica, que ocasiona o aumento da liberação de melanina para tentar proteger a pele, levando as alterações para a pele e o pelo”, explica Amanda Colognese, especialista responsável pelo Laboratório Veterinário Mundo Animal.
Ela ainda informa que xampu clareador como o roxo, azul ou cinza, se aplicado em excesso, ou se ficar muito tempo em contato com a pelagem, também pode causar o problema. E é sempre importante lembrar que os animais de estimação só podem utilizar produtos de higiene pessoal e cosméticos que sejam específicos para eles. No mercado pet existem diversas fórmulas personalizadas para os branquelos de plantão.

Dicas
Evite deixar o pet exposto ao sol;
Limpe as patinhas dele depois de passear na rua, sempre com produtos específicos;
Higienize os olhos com uma substância que retire o resíduo das lágrimas.


quarta-feira, 15 de março de 2017

Pets auxiliam crianças durante luto


Só quem tem uma criança em casa que, já presenciou a perda de um ente querido, sabe o quanto é difícil explicar a situação. Se até mesmo os adultos têm grande resistência para aceitarem a morte, que dirá então os pequenos.
Para ajudar nesse processo de luto, os animais de estimação são fundamentais no dia a dia das crianças. Diversas pesquisas já comprovaram a importância de um pet no convívio familiar.  Estudos científicos comprovaram que os peludos auxiliam até nos processos de ansiedade e depressão.  No Brasil, o Grupo de Estudos sobre a Interação Humano e Animal (GE-INTERHA), é um dos responsáveis por pesquisas que relacionam os animais com a qualidade de vida dos seres humanos.

Pensando nessa realidade, a “Editora Novo Conceito”, traz para o mercado literário, o livro “Sempre Haverá Você”, de Heatler Butler. Uma excelente ferramenta, que agrega conhecimento e prova como o convívio com um pet pode fazer bem e aliviar traumas, inclusive infantis.

terça-feira, 14 de março de 2017

Hoje é o dia deles!


No Brasil, dia 14 de março é comemorado o “Dia dos Animais”. Apesar disso, não temos muito o que festejar, pois os bichinhos ainda sofrem maus-tratos e são tidos como objetos de consumo. A data tem o objetivo de endossar o que se ouve todos os dias: é preciso respeitar a vida de todas as espécies animais, domesticados ou selvagens. E para essa “utopia” de vida feliz se concretizar, é necessário que o ser humano faça a sua parte. Começando por não poluir rios, mares, não queimar as matas, nem tão pouco extrair matérias-primas sem autorização. O replantio de árvores também é essencial para manter o habitat natural dos bichos.
Por conta de tamanha invasão de privacidade, até mesmo os animais selvagens estão deixando as suas moradas e chegando muito perto das cidades, onde são covardemente mortos por ignorância, medo ou para aproveitarem algo que os seus frágeis corpos podem oferecer, como material para confecção de casacos de pele, bolsas e sapatos.
Outro problema tão grave quanto o que ocorre nas selvas é o abandono de pets de estimação. O ser humano, por egoísmo, acaba por adotar um cachorro ou gato. Mas pensam que são bichinhos de pelúcia, que não precisam de cuidados, e ao menor dos problemas, soltam-nos nas ruas para morrerem ao relento, de doença, atropelados ou envenenados. Além de crime, ainda mostra o quanto o homem é cruel e pouco desenvolvido nos seus pensamentos e escolhas.
Mas, nem tudo é imperfeito. Ainda existem pessoas do bem que, doam o pouco que têm, em prol desses anjos indefesos. ONGs e seres comuns que ajudam como podem, seja com carinho, acolhida, alimentos, remédios ou em favor da causa animal.  Bom exemplo que deveria ser seguido, divulgado e apoiado pelos municípios e Estados. Só que a realidade é outra,os pets são ignorados pelo poder público.
Que esses voluntários especiais, independente dos afamados políticos, não desistam nunca, e que continuem fazendo a diferença nessa sociedade tão egoísta e capitalista em que vivemos. E que os tutores dos pets repensem os seus atos e tenham consciência e amor.


segunda-feira, 13 de março de 2017

Surdez nos animais de estimação


Cães e gatos também sofrem de problemas auditivos. Alguns nascem surdos por conta da herança genética e outros desenvolvem doenças que causam a surdez. A idade avançada também é um fator importante que pode acarretar o problema.
Quando um filhote é levado para casa é importante verificar se ele não sofre com a disfunção. Pets que dormem muito e não acordam nem com barulho, que não respondem a estímulos quando chamados, ou que se assustam facilmente quando são abordados, podem ser deficientes auditivos.
Só o veterinário consegue descobrir se o problema é reversível ou irreversível e qual a sua causa. Portanto, na dúvida, procure ajuda médica.
Apesar de especialistas ainda não chegarem a um consenso sobre o assunto, acredita-se que os gatos brancos e de olhos claros têm mais chances de não ouvirem do que os de demais tonalidades. Os cachorros da raça Dálmata e Bull Terrier também teriam possível pré-disposição.

Amigo para todas as horas
Ter outro animal de estimação, normalmente, auxilia o pet surdo nos momentos das tarefas diárias.  Ele segue o fluxo. Mesmo que sem querer, o animal surdo acompanhará o seu amigo na porta para receber o dono, ou correrá no prato de comida na hora da ração. Inconscientemente, o outro animal se torna uma espécie de guia para funções básicas.
Os bichinhos especiais também possuem o olfato, visão, tato e o paladar mais apurados para suprirem a sua deficiência. Além disso, eles sentem todos os tipos de vibração, como ao andarmos, ou batermos palmas, por exemplo. Eles desenvolvem e apuram mais os sentidos como forma de sobrevivência.


Rua sinônimo de perigo
Não deixe o seu gato e nem o seu cachorro a mercê dos perigos da rua, principalmente se ele tiver qualquer tipo de deficiência. Os pets surdos são presas fáceis de outros animais e podem ser atropelados ao atravessarem a rua ou dormirem em baixo de um carro.

Dicas
Mesmo que o seu animal não acesse a rua, coloque nele uma placa de identificação, com o seu nome e o dele, telefone e tipo de deficiência;
Se puder monitorar o sono do pet, acorde-o para que possa tomar água, comer e fazer as necessidades fisiológicas.

Depoimento real
Tenho um caso verídico na minha casa. Descobri que o meu gato Noah, branco e de olhos azuis, era surdo, ainda na fase filhote. Fiquei desconfiada por ele não vir comer quando eu chamava, por dormir demais e por não ter desenvolvido medo do aspirador de pó que é muito barulhento. Pelo contrário, enquanto eu limpava o tapete e o sofá, o bichano deitava do lado, ao passo que os outros se escondiam. Comecei a fazer testes de som, sempre pelas costas, sem que ele me visse. Depois de vários dias, e nenhum retorno, realmente percebi que ele era surdo.
Mas, a deficiência não impede que Noah seja um gato muito amado e feliz! 




Foto Renata Girodo/Noah deficiente auditivo


sábado, 11 de março de 2017

Não jogue sal nos sapos


Apesar dos sapos, pererecas e rãs não ganharem a simpatia de muita gente, eles são inofensivos e precisam viver para manter o equilíbrio do meio ambiente. Os anfíbios são responsáveis pelo controle da população de insetos. Com a ausência deles, plantações seriam devastadas e os seres humanos se sentiriam muito incomodados com uma invasão proveniente dos ares.
Infelizmente, um costume antigo de jogar sal nos sapos para espantar o animal ainda sobrevive. E com o período de chuvas, e o aparecimento dessas figuras, inclusive nas grandes cidades, eles se tornam vítimas fatais. Isso porque, é por meio da pele que acontece uma parte do processo de respiração e, quando o órgão se choca com o mineral, o organismo não consegue absorver água, causando uma dor extrema e impiedosa que quase sempre leva à morte.

Atos bárbaros como esse não deveriam mais existir. A natureza chora todas as vezes que perde um dos seus habitantes. E o resultado de tanta crueldade será visto em um futuro muito próximo e nada feliz. Muitas espécies levadas à extinção por conta da ignorância. Vamos repensar o mundo que iremos querer para nossos descendentes, e desde já, tomarmos uma atitude assertiva com relação à manutenção da vida e do ecossistema.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Cães na moda

Foto Divulgação

Foi-se o tempo em que os animais de estimação eram meros coadjuvantes no convívio familiar. Hoje, eles fazem parte da família e participam de todos os momentos dos seus donos, tratados como iguais, com todo carinho e amor. 
Pensando nesse público, a empresa “O Cão e a Manga” começou a fabricar roupas e acessórios 100% artesanais e personalizados para os pets. Os looks são coloridos, divertidos e muito estilosos. As camisas estampadas e bandanas dão toda a graça e charme ao visual dos peludos.  Além disso, os tecidos são muito confortáveis e apropriados para o clima do Brasil.

Mais informações no site www.ocaoeamanga.com.br
Foto divulgação

quinta-feira, 9 de março de 2017

Março Amarelo


Março é o mês internacional de prevenção e tratamento das doenças relacionadas aos rins. Mas você sabia que os pets também podem sofrer com infecção urinária e cálculo renal?
Sim, quando alcançam idade avançada, eles correm sérios riscos de complicações nos rins, pois com o passar do tempo, o órgão pode não trabalhar mais como antes. As causas são várias, desde hereditariedade, até ligação com outros males como hipertensão, diabetes e doenças infecciosas, como a transmitida pelo carrapato. Apesar da alteração ser mais comum em gatos, os cães não estão fora dessa estatística. Ela atinge 60% de cães e gatos na melhor idade.
A campanha Março Amarelo é de extrema importância para alertar os tutores sobre como o diagnóstico precoce é fundamental para salvar a vida do pet. Pois, infelizmente, a doença é silenciosa e, em geral, quando demonstra seus sintomas já está em estágio avançado que é bem mais difícil para o controle e cura.
 Leve o seu animal ao veterinário todo ano, e se possível, faça exames específicos de urina e sangue, principalmente se ele tomar algum medicamento de uso contínuo. A ingestão demasiada de alguns fármacos também pode prejudicar os rins.
E se o pet desenvolveu qualquer disfunção renal, é preciso redobrar a atenção com relação à alimentação. Ração com excesso de proteínas e fósforo pode piorar o quadro do paciente.

Dica
Além do check-up rotineiro, fique atento aos seguintes sintomas:
Vômitos e diarreia;
Vontade constante de urinar;
Falta de apetite;
Xixi com a presença de sangue;
Sede que não cessa.
Na dúvida, procure sempre ajuda profissional.