segunda-feira, 10 de julho de 2017

Pets idosos necessitam de cuidados especiais


A terceira idade chega não só para os seres humanos, como também para os animais. Nessa fase é importante redobrar a atenção com o seu bichinho de estimação. Com o passar dos anos, o pet pode passar a ter dificuldade para andar e enxergar. A energia que ele tinha enquanto jovem já não é mais a mesma, e as brincadeiras são deixadas de lado. 
No caso do felino, aqueles lugares muito altos que ele escalava, deixam de ser prioridade, pois o que o pet mais quer é segurança. Os peludos passam a dormir mais e preferem ambientes tranquilos e aconchegantes.
Doenças como cardiopatias, disfunções renais, ortopédicas e tumores malignos são mais frequentes nos mascotes que já são idosos. Por isso, é importante sempre observar a rotina do animal e fazer um check-up anual ou quando houver qualquer mudança drástica de comportamento, que pode ser decorrente de algum problema de saúde. Visitar frequentemente um veterinário é o porto seguro para dar mais qualidade de vida ao bichinho de estimação.

Dicas para melhorar a vida do senhor pet
Mantenha vasilhas de água em vários locais da casa, pois com o passar dos anos, o mascote passa a ter dificuldade em se locomover;
Evite mudar móveis de lugar, para que se o pet tiver algum problema de visão, ele não trombe em objetos e mobílias que estão dispostas de forma diferente da que ele conhecia quando enxergava bem;
Facilite a subida em camas e sofás, pois problemas ortopédicos podem dificultar a escalada;
Evite exercícios e brincadeiras que exijam muito da condição física do bichinho;
No caso dos cães, mantenha uma regularidade nos horários dos passeios, sempre com caminhadas curtas e em horários sem sol;
Disponha o tapete higiênico ou caixinha  em local de fácil acesso, para que o pequeno não faça suas necessidades fora do lugar.



sexta-feira, 30 de junho de 2017

Raças que sofrem com a gripe animal


Os cães braquicefálicos (de focinho curto) estão mais expostos a intensidade dos sintomas da gripe canina, muito comum no inverno. O pug, pequinês, boxer, buldogue, entre outros, fazem parte desse grupo de risco. Como as vias aéreas são reduzidas, a dificuldade em respirar, espirros e tosse trazem mais sofrimento para os mascotes. A única maneira realmente eficaz que diminui o risco dos peludos pegarem gripes e resfriados é a vacinação anual, que deve ser realizada sempre por um veterinário da sua confiança, de preferência que já acompanhe o pet.

Nos dias mais frios é bom poupar o animal da tosa severa, pois o pelo é a sua proteção natural, evitar banhos frios e manter sempre seu melhor amigo abrigado das intempéries do tempo. Agasalhar bem o cachorro também ajuda na prevenção de doenças oportunistas, que se aproveitam das baixas temperaturas para agirem.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Sabia que o seu gatinho pode ter acne?


A doença se manifesta principalmente no queixo e próximo a boca do animal, na parte inferior. Pontos pretos e endurecidos se acomodam nessa região e muitos donos dos pets confundem esse aspecto escuro com sujeira. Em grandes proporções a acne pode causar vermelhidão e lesões na pele.

Causas
Ainda não existe comprovação científica sobre os fatos que levam a esse desconforto, porém, entre as mais prováveis estão: excesso de produção de sebo, obstrução dos folículos pilosos, autohigiene ineficaz, estresse e até fatores genéticos. Apesar de menos frequentes, fungos podem estar presentes no local. Especialistas indicam a substituição de vasilhas plásticas para ração, que podem acumular bactérias mais facilmente, por comedouros de outros materiais, como o alumínio, por exemplo,

Tratamento
O veterinário indicará o tratamento correto mediante avaliação clínica de cada caso. Alguns peludos necessitam de fármacos administrados por via oral e outros complementam o tratamento com medicamentos utilizados no local das lesões.

A dica é ajudar o seu melhor amigo na limpeza diária das regiões afetadas. No início do processo da acne, ela é muito fácil de ser removida. Somente com uma compressa com água morna ou ao coçar levemente a região afetada do felino, os pontos pretos já vão sendo retirados. 

terça-feira, 20 de junho de 2017

Leão-marinho é avistado em Balneário Camboriú

Foto meramente ilustrativa

Um leão-marinho foi encontrado na Praia de Laranjeiras, em Balneário Camboriú – SC, na última segunda-feira, 19.
Ao avistarem o animal, transeuntes pediram ajuda para o Grupo de Proteção Ambiental da Guarda Municipal, que em conjunto com a equipe do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos resgataram o grandalhão já na faixa de areia.
A boa notícia é que o leão-marinho não apresentou ferimentos, e, provavelmente, passou pelo local somente para descansar. Especialistas explicam que nesta época, os animais saem das águas gélidas do Uruguai e nadam em busca de temperaturas mais elevadas.
Portanto, com sorte, é possível encontrar uma dessas criaturas dando uma pausa estratégica por aí. Mas, fica o alerta: apesar do animal ser pacífico, é bom lembrar que ele não está acostumado com o convívio direto com o ser humano, portanto, se avistar qualquer espécie aquática, não se aproxime e entre em contato com os órgãos competentes que irão verificar as condições de saúde do bicho.


sexta-feira, 2 de junho de 2017

Shopping abriga pets



O Akbati Shopping Center, em Istambul - Turquia, passou a abrigar cães e gatos em situação de rua. A iniciativa partiu dos comerciantes locais em 2009, quando a região passou pela maior nevasca da sua história, com temperaturas que alcançaram 17 graus negativos, clima que levaria a óbito os animais desprotegidos.
Naquele ano, cinco gatos e oito cachorros que transitavam pelos arredores foram recebidos no estabelecimento. Hoje, a acolhida já é fornecida para mais de 100 pets, que recebem ainda ração, água e cobertor. E, todos esses mimos são doados aos peludos em todas as estações do ano, e não somente no inverno.
Um dos proprietários de loja do complexo, apaixonado por gatos, abre as portas da sua empresa para receber os felinos, inclusive durante o dia. Tem até aquecedor de ambientes comprado exclusivamente para os bichanos.
A iniciativa mostra que em muitos países do mundo, os animais são respeitados, amados e amparados. 
Já que os governantes não tomam atitude, vamos torcer para que a população brasileira se conscientize e faça a sua parte, mesmo que com pequenos gestos.
Os peludos agradecem!


domingo, 28 de maio de 2017

Sarna de ouvido: aprenda a identificá-la


Ela começa com uma coceira discreta e aos poucos vai tomando conta do ouvido e acaba com a paciência do pet. Essa é a sarna de ouvido ou sarna otodécica que é causada por um ácaro que se aloja no interior do local.
A doença acomete somente os pets, com exclusividade na região do ouvido. Sendo assim, ela não é transmitida para os seres humanos. No entanto, o simples contato com a vasilha da ração ou com o lugar que o bichinho contaminado dorme é suficiente para passar o problema para os demais animais da casa.
Um sintoma importante é a secreção que se apresenta dentro do ouvido. De cor amarronzada, ela mais parece uma terrinha viscosa. A recomendação é que todos os peludos, tanto gatos quanto cachorros que dividem os mesmos ambientes passem por tratamento para acabar com a doença, mesmo que ainda não demonstrem nenhum sintoma. Só o veterinário poderá indicar os medicamentos adequados para a sarna de ouvido. No mercado existem fármacos injetáveis, e produtos que podem ser aplicados na região afetada ou no pescoço do animal.
A limpeza do ouvido é fundamental para que os donos alcancem bons resultados com o tratamento. Com o auxílio de uma haste flexível limpa, de forma delicada sem aprofundamento no canal auditivo, a cera escura deve ser retirada.
Não deixe o seu animal padecer com o problema, pois a doença que parece simples, em casos de grande infestação pode causar alguns tipos de infecção e até surdez definitiva.



quarta-feira, 24 de maio de 2017

Hábitos que os gatos reprovam


Muitas vezes, com o intuito de presentear o gato com algumas mordomias, alguns donos lançam mão de artifícios que não agradam nem um pouco o bichano. Apesar de ser com a melhor das intenções, é necessário respeitar os hábitos do peludo e lembrar que ele tem o comportamento bem diferente do apresentado pelos cachorros. Conheça e evite as atitudes que não são vistas com bons olhos pelos felinos:

Roupinhas: mesmo no inverno, o gato não se sente à vontade vestido. Como ele é por natureza muito ativo e gosta de desbravar as alturas, rolar e pular, acaba ficando com a sensação de que está engessado ao se movimentar. Na estação mais fria do ano, se você quer proteger o seu filho de quatro patas,  a indicação é deixá-lo abrigado e em local quentinho

Coleiras: muito cuidado ao escolher um acessório desse tipo. Apesar de ser contraindicado deixar qualquer animal solto na rua, se houver extrema necessidade de identificação, opte por uma coleira elástica, para que o gato não corra o risco de ficar preso ou se enforcar;

Pingentes: mesmo que seu mascote goste de se esconder e que você tenha dificuldade para localizá-lo, não adorne-o com pingentes que emitam qualquer tipo de barulho. Ele é muito sensível e se estressa com facilidade.  Além disso, o pet pode tentar retirar o acessório e engolir a peça;

Mudar de ambiente: o animal que não sai na rua abomina a ideia de passear de carro ou de ser levado para um local desconhecido. Ele é territorialista e não gosta de surpresas. Só saia com o bichano se realmente houver necessidade, e em caixa própria para transporte, pois ele tende a se assustar e fugir.

Pegar no colo: se o seu pet adora um colo, isso é quase uma unanimidade. Em geral, ele prefere que o carinho seja realizado quando está em cima de algum móvel ou no chão. Mas é claro que essa não é uma regra. Se o gato lhe dá liberdade de pegá-lo, aproveite a oportunidade. Só não vale apertá-lo. Assim que ele quiser descer, solte-o para que tenha boas recordações deste momento, mesmo que ele seja breve.


Eletrodomésticos: se possível, evite ligar aspirador de pó, liquidificador, batedeira e secador de cabelo quando seu felino estiver por perto. Ele tem a audição muito sensível e pode pegar trauma do som emitido pelos equipamentos.